
É isso mesmo, apenas ouvir um filme. Imagine o seguinte cenário, você baixou um videocast gigante e que, na realidade, poderia ser apenas um podcast normal pois dá para acompanhar tranqüilamente apenas pelo áudio. Você começou a assistir e de repente lembra de um compromisso e tem que sair. Geralmente, a maneira tradicional de se fazer isso é deixar o iPhone passando o vídeo enquanto você apenas ouve o seu videocast que virou podcast normal. Essa maneira funciona mas tem uma desvantagem: a bateria vai embora muito mais rapidamente. Sem contar que o iPhone vai esquentar bastante no seu bolso.
A maneira alternativa de fazer isso é um pouco mais trabalhosa mas extremamente eficiente.
1- Entre no iPod do seu iPhone e escolha um filme para assistir.
2- Aperte Play.
3- Enquanto o vídeo está rolando, aperte o Sleep/Wake Button no topo do seu iPhone, que irá apagar e parar a reprodução do áudio

4- Agora aperte o Home Button duas vezes. Vai aparecer uma botão de Play/Avançar e Retroceder e uma barra de volume.

5- Aperte o Play
6- Pronto. Seu videocast (ou filme) voltou a ser reproduzido como se fosse uma música normal, sua tela está com uma imagem estática do videocast (provavelmente o Poster Frame) e a tela também pode ser apagada sem problemas.
Provavelmente isso não é um bug, muito menos um hack mas como nunca vi isso sendo divulgado, achei que era uma coisa interessante de divulgar.
Isso deve rolar no iPod Touch também.
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Será que o melhor aplicativo de veículo será aquele com a melhor integração de CMS entre a versão offline e a versão para o iPad?
Muito já foi dito sobre o iPad. Alguns dizem que é revolucionário outros dizem que é um iPhone grande e os mais sensatos dizem que só saberemos quando os programadores tiverem a chance de usá-lo ao programar algo para ele. Ok. Tudo isso faz sentido. Todas as opiniões são baseadas apenas no que a Apple disponibilizou para nós. E sabemos que, geralmente, o que a Apple fala de seus produtos são discursos um pouco viciados. Mas não vou falar disso.
Se vai ser revolucionário ou não só saberemos mais tarde mesmo. Quando os veículos começarem a fazer seus apps é que saberemos se o iPad será ou não a revolução/tábua de salvação para jornais, revistas e livros. De qualquer forma para isso acontecer eles terão que se reinventar e abraçar cada vez mais o conteúdo multimídia.
No dia da apresentação do iPad, vimos o aplicativo do New York Times. Parece bastante interessante e promissor mas fico pensando no dia a dia disso. As atualizações aconteceriam como? Por download da parte acessada? Se sim, o que diferenciaria isso de um webapp? Se for assim o 3G seria fundamental. Agora, se cada dia você puder baixar o seu jornal em casa com a possibilidade de ter todos os arquivos multimedia nele isso é ótimo para o usuário mas o que seria para as empresas produzirem esse conteúdo por dia? Digo, é como se preparar para uma tarefa dessas? A redação dos jornais devem ter uma equipe de jornalistas, outra para atualizar o site e outra para preparar o conteúdo do app do iPad? Imagino que exista algum modelo de otimizar isso.
Se tomarmos como base o aplicativo do NYT que procura emular a experiência e diagramação do jornal com a diferença do conteúdo multimídia (videos, slideshows,e audios, etc), a linha de montagem teria que ser bem alinhada. A última versão do layout do jornal seria a última versão do que iria para o aplicativo. Complicado, né?
E com isso, cada veículo teria o seu aplicativo. Provavelmente gratuito mas que cobraria pelo conteúdo/assinatura. O que faz todo sentido.
Pelo Twitter, comentei com o Michel Lent, essa necessidade de um app por veículo e ele comentou que isso já acontece com aplicativos de rádios online mas que ele via que se o segmento de periódicos (revistas e jornais) vingasse a Apple poderia fazer um iMagazines como fez o iBooks, loja que segue o modelo da iTunes Store. Também faz sentido.
Continuei buscando mais informações sobre a produção de conteúdo dos veículos e vi que no Influx, Ed Cotton acha que provavelmente não teremos experiências como as propostas pela Sports Illustrated mas sim as mais próximas do aplicativo da GQ feita para iPhone/ipod Touch. Leia mais
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Pois é. Depois de anos com o mesmo layout o É isso.org mudou. Com menos anúncios, foco no conteúdo e centralizando alguns spin-offs em apenas um local.
Acrescentei o conteúdo do Puff Branco e do Consumo aqui para facilitar a publicação e permitir que as pessoas possam ver.
Outra coisa, os anúncios do Google devem aparecer de vez em quando apenas nas páginas dos posts e nos links do Consumo É isso.org devem aparecer links de afiliados para os que se interessarem pelo que aparece por lá.
Acrescentei o plugin do TweetMeme para facilitar o Retweet e também coloquei link para quase toda a minha presença em redes sociais. Se não em engano, só falta o SlideShare mas depois eu resolvo isso.
Ainda quero alterar algumas coisas como o template para os vídeos do Puff Branco. Não estou satisfeito com esse modelo mas vamos ver se consigo retirar a barra lateral e deixar o vídeo em um tamanho mas legal.
Os outros ajustes vão ser feitos aos poucos mas a grande mudança é essa daí.
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Eu sempre tive vontade de tirar um sabático. Um ano sem trabalhar. Acredito que teria tempo para estudar um monte de coisas e que poderia fazer milhões de outras coisas que gostaria. Viajar, experimentar outras culturas. Claro que isso não é fácil.
Stefan Sagmeister consegue fazer essa pausa de um ano a cada 7 anos e ele diz que no final, a pausa se paga mas que é necessário um sistema. Algo que evite a procrastinação e que, embora você não trabalhe, você mantenha-se aberto para absorver influências de vários locais e culturas. Mesmo que você não entenda tudo em um primeiro momento, nos anos seguintes, essa experiência pode render um insight no trabalho que já valerá a pena.
Nesse vídeo do TED, Sagmeister fala sobre o seu método para o sabático e a importância dessa parada.
Eu já tinha indicado essa palestra do Sagmeister no TED no Twitter mas o tema sabático tem passado muito na minha cabeça. Essa idéia de usar anos de aposentadoria durante a vida “produtiva” como sabáticos e colocar um ano sabático a cada 7 anos me parece um bom modelo. O comparativo com os modelos 3M e Google mostra que não é algo completamente absurdo.
Para alguém com o perfil do Sagmeister e tão estabelecido quanto ele, o sabático parece uma coisa viável. Mas e para o resto do mundo?
Empreendedores a partir de determinado momento podem até conseguir fazer isso mas deve ser complicado tomar a decisão de parar e deixar tudo o que você conquistou na mão de outras pessoas por 1 ano.
As pessoas que são empregadas devem ficar com receio de ficar fora do mercado e não conseguir se recolocar após o período.
Quem sabe um dia eu consiga fazer isso. Acho que não conheço ninguém que já tenha feita isso. Pelo menos ninguém empregado.
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Já faz um tempo que eu queria fazer um post sobre os aplicativos que mais uso no iPhone. Eu lembro que quando vi o First & 20 achei a idéia genial. É ao mesmo tempo um testemunhal sobre os aplicativos mais usados e adequados ao perfil e uma maneira de entender melhor quais são as prioridades mobile de cada uma das pessoas que aparecem no site.
Eu tenho um iPhone 3GS de 32 GB e que eu fiz o Jailbreak basicamente para ter mais possibiidades com ele. Principalmente para ter o Scrobble que é um software que envia as músicas que ouço para o Last.fm além de outros hacks como o Voip Over 3G em que eu poderia usar o Skype usando meu plano de dados e não apenas em WiFi.
Na tela inicial estão os softwares que mais uso na minha rotina ou que precisam de acesso rápido para consulta. Não vou comentar sobre os aplicativos padrão que estão na minha Homescreen apenas nos outros, ok?
Todos foram comprados na AppStore americana. Eu já tinha uma conta na iTunes Store antes de ter o iPhone e apenas continuei usando.
TomTom Brazil – Como não tenho aparelho de GPS, optei por colocar um no iPhone. Funciona legal mas em breve vou tentar comprar um Kit para o carro que o deixa com mais potência. Claro que tem umas falhas mas já me salvou algumas vezes e a interface é bem na pegada do iPhone ao contrário de outros aplicativos de GPS que vi por aí.
Night Stand – É um relógio tipo aqueles de cômoda. É bom para viagens e seria perfeito se a regulagem da iluminação fosse apenas dos números e não da tela inteira. Mas é uma mão na roda.
Flickr – Não é o melhor aplicativo de fotos mas eu gosto da maneira que ele foi desenhado. Ele deixa a desejar em alguns controles da sua conta e também peca um pouco no upload de fotos com GeoTag mas roda bem. Outra opção é o Memoratus (antes tinha o nome de Klick) que também é bem bom e te dá mais controle da sua conta.
Things – Esse é um ToDo list baseado no método Get Things Done. Funciona bem com o software no Mac e já me salvou várias vezes. Vale bem mais a pena com o software no Mac mas funciona perfeitamente sozinho. Como tudo relacionado ao método GTD, depende da disciplina do usuário.
Tumblr – Esse é para eu poder publicar no Tumblr (sollero.tumblr.com) com rapidez. Tenho usado pouco ultimamente e esse poderia até não estar na HomeScreen mas tenho fé que eventualmente será útil novamente.
Tweetie – Acho que esse é um dos aplicativos mais usados no meu iPhone. Junto com Mail, Calendário, Safari, Celular (SMS/Voz) e iPod. Testei vários aplicativos para o iPhone e o Tweetie foi o melhor que vi até então. Com várias funcionalidades que melhorar a experiência com o Twitter e que surpreendem. Recomendo.
Instapaper – Esse eu fiquei sabendo da existência depois que comecei a usar o Tweetie. Ele salva o texto dos links que você recebeu pelo Twitter e que não vai ler naquele momento. Totalmente integrado com o Tweetie, esse applicativo é ótimo para filas de espera de médicos, bancos e etc. Você só precisa de internet (3G ou WiFi) para acrescentar e sincronizar os textos que quer ler e ainda há opções de auto-scroll usando o acelerômetro, alterar a cor do texto e do fundo. Ah! e você pode colocar um bookmarklet no favoritos do Safari e também adicionar os textos no Instapaper para ler depois.
Claro que tenho diversos outros aplicativos no iPhone (jogos principalmente) mas a regra do First & 20 é essa. Apenas a HomeScreen.
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Minhas férias acabaram semana passada e já estou com saudades da praia. Não da praia propriamente dita mas da praia da minha adolescência. Aquela que se resumia a poucas coisas: pegar onda com os amigos, me divertir horrores e aproveitar tudo que as férias escolares(e da faculdade) tinham para me oferecer. Esse vídeo me fez lembrar dessa época. Entre os 15 e os 20 e poucos anos. Nessas horas que vejo que estou realmente ficando velho.
Ah! que saudade da praia…
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O Twitter é sensacional. Eu uso bastante as vezes mais como um lurker do que realmente postando freneticamente. Não tenho nem 1.000 seguidores e acho que metade deles são spammers. Como não os sigo tudo bem. Uma coisa que eu fico chocado com o Twitter é como as pessoas usam a ferramenta como se fosse uma arma. Querem agredir as pessoas. As vezes pessoas que nem conhecem.
Quantas vezes você já viu alguém mandar tweets para uma pessoa apenas para comunicar que está falando mal dela? Claro que não estou falando de amigos brincando entre eles. Esse tipo de implicância é normal e acontece muito offline também.
Mas os tweets geralmente são assim:
“A @pessoaquequeroagredir é muita escrota. Nem sabe jogar GuitarHero”
Ok. O exemplo foi bizarro mas acho que você entendeu o que quero dizer. Porque você vai citar o perfil daquela pessoa no Twitter se a intenção do seu tweet é simplesmente agredi-la? Sério. Isso é um absurdo. Você faz isso ao vivo? Se encontrasse essa pessoa numa festa iria falar “você é muita escrota porque não sabe jogar GuitarHero” ?
Provavelmente não. Falta coragem, sobra medo. Ou até mesmo você não foi educado dessa maneira.
Porque fazer online então? É para a pessoa saber que você está a sacaneando? Isso é de uma crueldade ímpar. Além de ser totalmente desnecessário.
Agora imagine uma celebridade ou uma web celebridade com zilhões de followers, muitos querendo a sua atenção ou apenas uma resposta. A celebridade não responde e começa a sofrer com a raiva das pessoas que não entendem que há centenas de pessoas também querendo a atenção dessa celebridade. Imagine quantas agressões essas celebridades devem receber de graça sem nem saber quem são os agressores.
Uma coisa é seguirmos a netiqueta (nossa esse termo é velho) do Twitter a outra é sermos mal educados por conta dessa netiqueta.
Exigimos que a Xuxa escreva do nosso jeitinho e não do dela mas não exigimos que o Nizan escreva do nosso jeitinho. Na real, achamos até engraçado, criamos perfis tradutores dos tweets dele e tal. Qual a diferença entre os dois?
Nós reclamamos tanto de Trolls em comentários de blogs, fóruns e etc que esquecemos que as vezes nós somos os Trolls ao mandarmos um hate-tweet apenas de sacanagem. É a mesma coisa que entrar no perfil do Orkut de uma Geysa, de uma Katilce ou de uma garota que teve fotos ou vídeos íntimos publicados por um Ex-namorado apenas para agredi-las. É muito cruel isso.
Esse post é simplesmente uma constatação de algumas atitudes que vi acontecendo no twitter desde que entrei. E que provavelmente vão continuar e piorar durante o BBB10. Esse post da MaWá já mostra o tipo de crescimento que está acontecendo com o perfil dessas pessoas no Twitter agora antes mesmo do início do programa. Imagina quando a personalidade dos participantes começar a se desenhar na casa o que as pessoas não vão mandar no Twitter sempre copiando as pessoas citadas.
Mas lembrem-se que o fato de uma pessoa ter aparecido na mídia não as torna uma marca. Elas continuam sendo pessoas normais e não celebridades que vivem da sua exposição.
Se você for consumidor de uma marca e ela estiver no Twitter, acho que vale a pena citá-la para tentar entrar em contato tanto para reclamar quanto para elogiar. Isso mostra como esta marca lida com seu público e pode ser que a mesma use esse tweet para melhorar seu serviço. Mas o que você ganharia ao fazer isso com uma pessoa? Apenas uma satisfação sádica, imagino.
Enfim, é apenas um desabafo contra a crueldade que várias pessoas fazem (as vezes sem notar) diariamente no Twitter. Antes de apertar o botão “update” pense um pouco em quem está copiado neste tweet e porque. A boa educação agradece.
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Minha conta no Last.FM começou em 17 de agosto de 2005. 7195 músicas diferentes ouvidas.Algumas foram bastante repetidas, outras nem tanto. Foram 21228 músicas (e podcasts) que foram fundo músical ou tomaram a minha atenção.
Na real, eu com certeza ouvi mais músicas do que aparece nesse ranking uma vez que eu trapaceio e quando vou ouvir algo que eu não levo muita fé, eu não coloco no iTunes. Eu ouço no VLC para não contaminar as tabelas do Last.Fm. Mas algumas vezes isso não dava certo já que nesse meio tempo eu tive um filho e minha mulher ficava em casa usando o computador durante a licença maternidade e isso era jogado para o LastFm também. Por isso que aparece Balão Mágico, Backyardigans e etc.
Eu tinha todos os locais que ouvia música mapeados, ou seja, quando usava apenas o iPod, ao conectá-lo no computador, ele atualizava o LastFm. Quando comecei a usar o iPhone, instalei um app que passa as músicas ouvidas toda vez que eu entrava em uma rede WiFi. Claro sem contar os computadores de trabalho e de casa.
Essas estatísticas do LastFM dão belos infográficos mas como não sou programador ou designer, fiz as minhas estatísticas de farra sem nenhuma opção de visualização boa. Mas comparando as músicas mais ouvidas com os álbuns mais ouvidos, fica uma sensação estranha de “o que está acontecendo?”. Porque quando você cruza os dados de Albuns X Artistas X Músicas há umas distorções do tipo:
- The Beatles e Red Hot Chili Peppers aparecem entre os artistas mais ouvidos mas não aparecem nem entre as músicas mais ouvidas nem nos discos mais ouvidos.
- O Smashing Pumpkins aparece como o segundo Album mais ouvido em 2009, como o 10º artista mais ouvido mas não tem nenhuma música entre as mais ouvidas no ano.
- O Sole and the Skyrider Band aparece como 9º Album mais ouvido, 14ª música mais ouvida e como o 39º artista mais ouvido esse ano.
Mesmo tendo esses desvios inexplicáveis (pelo menos para o meu parco ou nulo conhecimento de estatística), a idéia era brincar com esses dados e oferecer algo bacana para vocês. É só clicar no nome do ranking e baixar um zip com as músicas desse ranking. Claro que não podemos esquecer dos vícios do shuffle do iTunes que gosta muito de alguns artistas.
Então vamos lá, usando os meus rankings do LastFM como base, montei as listas usando os seguintes critérios:
Top 10 LastFM Músicas – Coloquei as 10 músicas mais executadas por artistas diferentes, ou seja, se a mesma banda aparecesse no 1ª e 3ª posição, eu usaria apenas a melhor no ranking.
- Fat Freddy’s Drop – Ernie
- People in Planes – If You Talk Too Much (My Head Will Explode)
- Radiohead – All I Need
- Tool – Vicarious
- The Mars Volta – Eriatarka
- Fiona Apple – Extraordinary Machine
- Binário – Tarde Demais (Raça Negra)
- Beastie Boys – Sure Shot
- Curumin – Compacto
- Los Hermanos – A Outra
Top 10 LastFm Albuns - Albuns (ou discos se você é da minha época)que foram mais executados desde que iniciei essa conta no LastFM. Aqui eu selecionei músicas desses álbuns que não estavam entre as Top10 para que vocês conheçam melhor essas bandas.
- Radiohead – In Rainbows (Down is the new Up)
- Fat Freddys Drop – Based on a True Story (Dark Days)
- People in Planes – As Far As The Eye Can See (Narcoleptic)
- The Mars Volta – Frances the Mute (Frances The Mute)
- Massive Attack – Collected (Five Man Army)
- Tool – Lateralus (Disposition)
- Neil Young – Greatest Hits (Ohio)
- dredg – El Cielo (Whoa Is Me)
- The Mars Volta – De-Loused in the Comatorium (Televators)
- CéU – CéU (A Roda)
Top 10 LastFM Músicas 2009 – O mesmo critério do Top10 LastFM Músicas mas aplicado apenas às músicas executadas nos últimos 12 meses (últimos 20 dias de 2008 e quase todo 2009). Essas músicas estão aqui.
- Fat Freddy’s Drop – Pull the Catch
- People in Planes – If You Talk Too Much (My Head Will Explode) (Acoustic)
- The Mars Volta – This Apparatus Must Be Unearthed (Demo)
- Bush – Personal Holloway
- Tool – Vicarious
- Beastie Boys – Sure Shot
- Radiohead – All I Need
- Sole and the Skyrider Band – A Sad Day for Investors
- Groundation – Don’s Intro
- Tumi and the Volume – Afrique
Top 10 LastFm Albuns 2009 – Albuns (ou discos se você é da minha época) que foram mais executados em 2009 na minha conta no LastFM. Aqui eu selecionei músicas desses álbuns que não estavam entre as Top10 para que vocês conheçam melhor essas bandas.
- Radiohead – In Rainbows (Go Slowly)
- Smashing Pumpkins – My Best of (Tear)
- Neil Young – Greatest Hits (Old Man)
- Bush – Razorblade Suitcase (Cold Contagious)
- The Mars Volta – Frances the Mute (The Widow)
- Tool – Lateralus (The Patient)
- dredg – The Pariah, The Parrot, The Delusion (I Don’t Know)
- Pearl Jam – Ten Redux (Deep)
- Sole and the Skyrider Band – Sole and the Skyrider Band (The Bridges, Let Us Down)
- People in Planes – As Far As The Eye Can See (Token Trapped Woman)
Top 10 Artistas – Essa é a lista de artistas mais ouvidos em todos os tempos no meu perfil do LastFM. Escolhi uma música de cada banda, de qualquer disco que eu tenha ou goste para quem quiser ouvir, conhecer e tal.
- The Mars Volta (Concertina)
- Radiohead (Climbing Up the walls)
- Tool (The Pot)
- Pearl Jam (Brother)
- Beastie Boys (Gratitude)
- The Smashing Pumpkins (Bullet with Butterfly Wings)
- Fat Freddy’s Drop (The Raft)
- A Perfect Circle (3 Libras) - acoustic
- Stone Temple Pilots (Big Empty)
- Rage Against the Machine (Year of Tha Boomerang)
É isso. Espero que vocês gostem das músicas e que me recomendem boas bandas baseados em todas essas informações.
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Estou lendo o livro sobre o Led Zeppelin “Quando os Gigantes caminhavam sobre a Terra” e tenho tido vontade de assistir novamente o filme Quase Famosos do Cameron Crowe. O filme é baseado na história do próprio Crowe que aos 15 anos já estava escrevendo para revistas como a Rolling Stone. Dizem que várias cenas do filme foram baseadas em fatos da história do Led Zeppelin.
Enfim, uma das cenas deletadas do filme era essa acima em que o membros do Led Zeppelin não permitiram o uso da música “Stairway to Heaven” para ilustrar como o rock tinha coisas interessantes e que poderiam ser educativos. Tudo isso para tentar convencer a mãe do repórter de 15 anos a liberar que ele viajasse com a banda para cobrir uma turnê.
No DVD essa cena também não tem a música mas eles indicam para você colocar “Stairway to Heaven” para rodar em um determinado momento. O sync não fica perfeito mas tem umas coisas bem legais. O ideal é ver a cena inteira. Tem um pouco mais de 12 minutos e a música começa mesmo aos 2:40.
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Eu sempre gostei do Post Secret. Quando era apenas um blog já era ótimo. Quando começaram a publicar livros eu comprei os dois primeiros. Agora esse vídeo com o pessoal do Fifty People One Question. Sensacional. Como tudo o que eu citei antes.
Agora estou atrás do livro do We Feel Fine: An Almanac of Human Emotion. Que é do site wefeelfine.org
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