Eu sempre tive vontade de tirar um sabático. Um ano sem trabalhar. Acredito que teria tempo para estudar um monte de coisas e que poderia fazer milhões de outras coisas que gostaria. Viajar, experimentar outras culturas. Claro que isso não é fácil.
Stefan Sagmeister consegue fazer essa pausa de um ano a cada 7 anos e ele diz que no final, a pausa se paga mas que é necessário um sistema. Algo que evite a procrastinação e que, embora você não trabalhe, você mantenha-se aberto para absorver influências de vários locais e culturas. Mesmo que você não entenda tudo em um primeiro momento, nos anos seguintes, essa experiência pode render um insight no trabalho que já valerá a pena.
Nesse vídeo do TED, Sagmeister fala sobre o seu método para o sabático e a importância dessa parada.
Eu já tinha indicado essa palestra do Sagmeister no TED no Twitter mas o tema sabático tem passado muito na minha cabeça. Essa idéia de usar anos de aposentadoria durante a vida “produtiva” como sabáticos e colocar um ano sabático a cada 7 anos me parece um bom modelo. O comparativo com os modelos 3M e Google mostra que não é algo completamente absurdo.
Para alguém com o perfil do Sagmeister e tão estabelecido quanto ele, o sabático parece uma coisa viável. Mas e para o resto do mundo?
Empreendedores a partir de determinado momento podem até conseguir fazer isso mas deve ser complicado tomar a decisão de parar e deixar tudo o que você conquistou na mão de outras pessoas por 1 ano.
As pessoas que são empregadas devem ficar com receio de ficar fora do mercado e não conseguir se recolocar após o período.
Quem sabe um dia eu consiga fazer isso. Acho que não conheço ninguém que já tenha feita isso. Pelo menos ninguém empregado.
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O Twitter é sensacional. Eu uso bastante as vezes mais como um lurker do que realmente postando freneticamente. Não tenho nem 1.000 seguidores e acho que metade deles são spammers. Como não os sigo tudo bem. Uma coisa que eu fico chocado com o Twitter é como as pessoas usam a ferramenta como se fosse uma arma. Querem agredir as pessoas. As vezes pessoas que nem conhecem.
Quantas vezes você já viu alguém mandar tweets para uma pessoa apenas para comunicar que está falando mal dela? Claro que não estou falando de amigos brincando entre eles. Esse tipo de implicância é normal e acontece muito offline também.
Mas os tweets geralmente são assim:
“A @pessoaquequeroagredir é muita escrota. Nem sabe jogar GuitarHero”
Ok. O exemplo foi bizarro mas acho que você entendeu o que quero dizer. Porque você vai citar o perfil daquela pessoa no Twitter se a intenção do seu tweet é simplesmente agredi-la? Sério. Isso é um absurdo. Você faz isso ao vivo? Se encontrasse essa pessoa numa festa iria falar “você é muita escrota porque não sabe jogar GuitarHero” ?
Provavelmente não. Falta coragem, sobra medo. Ou até mesmo você não foi educado dessa maneira.
Porque fazer online então? É para a pessoa saber que você está a sacaneando? Isso é de uma crueldade ímpar. Além de ser totalmente desnecessário.
Agora imagine uma celebridade ou uma web celebridade com zilhões de followers, muitos querendo a sua atenção ou apenas uma resposta. A celebridade não responde e começa a sofrer com a raiva das pessoas que não entendem que há centenas de pessoas também querendo a atenção dessa celebridade. Imagine quantas agressões essas celebridades devem receber de graça sem nem saber quem são os agressores.
Uma coisa é seguirmos a netiqueta (nossa esse termo é velho) do Twitter a outra é sermos mal educados por conta dessa netiqueta.
Exigimos que a Xuxa escreva do nosso jeitinho e não do dela mas não exigimos que o Nizan escreva do nosso jeitinho. Na real, achamos até engraçado, criamos perfis tradutores dos tweets dele e tal. Qual a diferença entre os dois?
Nós reclamamos tanto de Trolls em comentários de blogs, fóruns e etc que esquecemos que as vezes nós somos os Trolls ao mandarmos um hate-tweet apenas de sacanagem. É a mesma coisa que entrar no perfil do Orkut de uma Geysa, de uma Katilce ou de uma garota que teve fotos ou vídeos íntimos publicados por um Ex-namorado apenas para agredi-las. É muito cruel isso.
Esse post é simplesmente uma constatação de algumas atitudes que vi acontecendo no twitter desde que entrei. E que provavelmente vão continuar e piorar durante o BBB10. Esse post da MaWá já mostra o tipo de crescimento que está acontecendo com o perfil dessas pessoas no Twitter agora antes mesmo do início do programa. Imagina quando a personalidade dos participantes começar a se desenhar na casa o que as pessoas não vão mandar no Twitter sempre copiando as pessoas citadas.
Mas lembrem-se que o fato de uma pessoa ter aparecido na mídia não as torna uma marca. Elas continuam sendo pessoas normais e não celebridades que vivem da sua exposição.
Se você for consumidor de uma marca e ela estiver no Twitter, acho que vale a pena citá-la para tentar entrar em contato tanto para reclamar quanto para elogiar. Isso mostra como esta marca lida com seu público e pode ser que a mesma use esse tweet para melhorar seu serviço. Mas o que você ganharia ao fazer isso com uma pessoa? Apenas uma satisfação sádica, imagino.
Enfim, é apenas um desabafo contra a crueldade que várias pessoas fazem (as vezes sem notar) diariamente no Twitter. Antes de apertar o botão “update” pense um pouco em quem está copiado neste tweet e porque. A boa educação agradece.
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Esse é o tema da apresentação acima e que está no Concurso do Slideshare (se der, vota lá). A fiz toda em inglês para tentar atingir mais gente e por saber que os jurados falam inglês. Tanto o roteiro quanto o visual (chamar de arte é demais…) são meus. Não foi difícil. Usei apenas um fundo diferente para os slides e uma fonte que parece feita a mão. A parte chata foi que essa fonte não tem caracteres de pontuação e por isso tive que fazer umas gambiarras para funcionar. O texto que aparece em alguns slides é do dicionário do Mac OSX. Alguns amigos ajudaram nos ajustes para o inglês pois sempre passa alguma coisa.
Essa história é real. Eu realmente passei por essa situação algumas vezes na vida. Parece coisa de realidade alternativa em que alguém pede algo inovador mas quando é apresentado a algo inovador, fica com medo e pergunta se alguém já testou isso antes para ele ter certeza do sucesso.
Desculpe, mas inovador, novo e etc são palavras que remetem a algo inédito e que não foi feito ainda.
Tudo tem um ônus e um bônus. E para o inovador de verdade, o ônus é o risco de dar errado, de perder tempo e dinheiro. Mas mesmo quando se corre riscos, você ganha alguma coisa. Experiência e o aprendizado são coisas que ninguém pode tirar de você.
Já o bônus é dar certo, ser reconhecido como inovador e visionário. Temos vários cases disso no mundo de pessoas que inovaram e romperam com o status quo. Algumas pararam na primeira vez e acreditaram que era uma fórmula. Outros continuaram inovando, correndo riscos e colhendo lucros e prejuízos com essa postura.
O que acontece é que as pessoas querem deixar sua marca nas empresas, no mercado e acreditam que vão conseguir isso sem nenhuma ruptura. Essa ruptura as vezes vem de maneiras simples porém diferentes, pode ser uma maneira atípica de resolver um problema, pode ser inventando um novo produto ou serviço, mecânica de promoção e etc. Mas pensar novas soluções e executá-las dá trabalho. Como o Derek Silvers disse num post:
Idéias são apenas um multiplicador da execução
Ou seja, uma grande idéia, sem execução não é nada. Então ficar apenas pensando e não executar também é perda de tempo e recursos.
Eu entendo que não são todos que têm esse perfil de inovador. Eu entendo o medo de arriscar. Na real, esse post (e a apresentação acima) foi mais um desabafo.
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“Ladrões de livros eram uma praga na Idade Média e na Renascença; em 1752, o papa Benedito XIV lançou uma bula segundo a qual os ladrões de livros seriam excomungados.”
Outras ameaças eram mais correntes, como a inscrita na biblioteca do mosteiro de São Pedro, em Barcelona.
“Para aquele que rouba ou toma emprestado e não devolve um livro de seu dono, que o livro se transforme em serpente em suas mãos e o envenene. Que seja atingido por paralisia e todos os seus membros murchem. Que definhe de dor, chorando alto por clemência, e que não haja descanso em sua agonia até que mergulhe em desintegração. Que as traças corroam suas entranhas como sinal do Verme que não morreu. E quando finalmente for ao julgamento final, que as chamas do Inferno o consumam para sempre.”
“O ato de ler estabelece uma relação íntima, física, da qual todos os sentidos participam: os olhos colhendo as palavras na página, os ouvidos ecoando os sons que estão sendo lidos, o nariz inalando o cheiro familiar de papel, cola, tinta, papelão ou couro, o tato acariciando a página áspera ou suave, a encadernação macia ou dura, às vezes até mesmo o paladar, quando os dedos do leitor são umedecidos na língua…”
Não sei se é verdade mas gostei da praga para os ladrões de livros. Taí uma coisa que eu odeio: quem pega livro, CD, DVD e não devolve.
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Opa. Esse blog não acabou. Eu ainda pretendo atualiza-lo sempre que possível mas está sendo um pouco dificil. A culpa é do Twitter e do momento da vida em que me encontro. Abrir uma empresa toma bastante tempo, ter um filho de 11 meses também. Ambas ocupações são ótimas mas aí acaba que a hora que eu tenho para escrever algo é agora 23:35 de uma sexta feira e convenhamos, geralmente qualquer um ou está bebado ou está morto de cansaço de uma semana para lá de estafante. Enfim, o É isso.org continua e vou tentar postar mais coisas por aqui.
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Continuo aqui na Campus Party e agora estou esperando a hora de gravar um bloco para o IPTV Cultura com a HelenaN com um balanço do primeiro dia de evento. Com o calor que está por aqui está meio dificil de fazer qualquer coisa a não ser suar mas tudo bem, não vou reclamar. Por causa desse evento eu agora tenho o Vimeo Plus, comprei um app para o iPhone e renovei o domínio do É isso.org por mais 2 anos. Como diria o Zagallo:
Vocês vão ter que me engolir
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Hoje a Franfran postou no twitter
A única coisa que se faz é tratar blogs como imprensa comum. só muda o veículo. só se embala o approach em um pacote mais bonitinho.
Logo depois começamos a conversar sobre isso no MSN. Segue o papo sem correções, ajustes ou pontuação. Quem entender, entendeu:
Eu: o approach é o mesmo que há com a mídia. A diferença é que blogueiros não estavam acostuamdos aos mimos
Franfran: é, mas isso vai mudar fácil
eu ainda não consigo pensar em um jeito de usar isso melhor, mas sei que tem que existirEu: eu tb não sei o melhor approach
Franfran: senão fica uma coisa meio burra até… produto em blog era legal porque era espontâneo…. agora já está perdendo a credibilidade. é interrupção, é propaganda no lugar mais errado, melhor botar banner afinal o.O
Eu: alias, tem maneira sim. sem jabá apenas com conteudo
Franfran: faz sentido
Eu: deixa as coisas claras e não parece estar comprando o cara
mas o cara pode interpretar qq coisa como jaba
convite para testar um carro, para uma pre-estreia e por aí vai
mesmo que o conteúdo dependa dessa experiênciaFranfran: mas é uma coisa que eu ando me questionando
ultimamente, mais como blogueira do que mídiasocialzeira
até pré-estréias e eventos, mesmo sendo experiências e não exigindo posts, já está ficando irritante. Porque daí é imprensa normal, isso que quero dizer
cabine de imprensa. é um jeito antigo de fazer algo novoEu: se o conteudo depender disso, é o jeito
cinema amplifica a experiencia. Mas blogs são imprensa normal. A unica diferença é que são formados por não-jornalistas. Só vai tirar a legitimidade das opiniões dos blogs quando isso interferir no conteúdoFranfran: tou só questionando, porque ach oque essa é a melhor forma agora de fazer isso… mas pra mim está tirando a coisa mais legítima de blogs
conteúdo original, não pasteurizado
Essa semana, nos “blogs famosos” a gente só leu LG na Moda e evento da Samsung. E toda semana tá assim…é quase que ir na banca e ver o Paulo Coelho na capa de todas as revistasEu: sim mas é relevante? digo, os blogs que falaram tinham alguma coisa a ver com conteúdo/produto ou foram apenas para marcar presença?sem relevancia, vira Caras. Com relevancia e mantendo a personalidade dos blogueiros e blogs faz sentido. O problema é que quem convidou tratou como se fosse lista de celebridades e foda-se se eles são relevantes para aquele assunto. O blogueiro so topou e foi pelo boca livre como qualquer ex-BBB.
O que eu noto é que falta um pouco de critério das agências que têm feito ações com blogueiros. A impressão que tenho é que o PR se tornou mais importante que a relevância do assunto/produto com blogs. Mas tem o outro lado também. Se os blogueiros não se protegem desse tipo de approach, acabam sendo coniventes com uma possível falta de credibilidade dos blogs no futuro.
A pergunta que não quer calar é: Será que se o evento não fosse boca-livre, se brindes não fossem distribuídos a relevância do assunto/produto seria lembrada e a oferta negada?
Espero que o James esteja errado.
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Simplesmente fantástico. Fizeram a rota que o monstro de Cloverfield faz em NY durante os filmes. E leia os comentários/legendas de cada ponto.E é legal ver também os ícones usados para cada ponto do filme.
(via)
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Como Fazer um Curta-Metragem Experimental, Cult e Pseudo-Intelectual. É bem simples. Basta seguir o passo a passo do vídeo acima. E se você parar para pensar, é bem por aí mesmo. Tem uns 200 filmes cult que usam todos esses” “macetes” e todo o resto dos filmes cult usam pelo menos um deles.
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Dica do Pedro Einloft. Video para os cariocas (como eu) que acessam o É isso.org. Idéia bem simples mas muito eficiente. Com vocês: O Troco.
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