A crueldade no Twitter

January 7, 2010  |  Bizarro, Internet, Tecnologia, Textos Aleatórios  |  2 Comments  | 

O Twitter é sensacional. Eu uso bastante as vezes mais como um lurker do que realmente postando freneticamente. Não tenho nem 1.000 seguidores e acho que metade deles são spammers. Como não os sigo tudo bem. Uma coisa que eu fico chocado com o Twitter é como as pessoas usam a ferramenta como se fosse uma arma. Querem agredir as pessoas. As vezes pessoas que nem conhecem.

Quantas vezes você já viu alguém mandar tweets para uma pessoa apenas para comunicar que está falando mal dela? Claro que não estou falando de amigos brincando entre eles. Esse tipo de implicância é normal e acontece muito offline também.
Mas os tweets geralmente são assim:

“A @pessoaquequeroagredir é muita escrota. Nem sabe jogar GuitarHero”

Ok. O exemplo foi bizarro mas acho que você entendeu o que quero dizer. Porque você vai citar o perfil daquela pessoa no Twitter se a intenção do seu tweet é simplesmente agredi-la? Sério. Isso é um absurdo. Você faz isso ao vivo? Se encontrasse essa pessoa numa festa iria falar “você é muita escrota porque não sabe jogar GuitarHero” ?
Provavelmente não. Falta coragem, sobra medo. Ou até mesmo você não foi educado dessa maneira.

Porque fazer online então? É para a pessoa saber que você está a sacaneando? Isso é de uma crueldade ímpar. Além de ser totalmente desnecessário.

Agora imagine uma celebridade ou uma web celebridade com zilhões de followers, muitos querendo a sua atenção ou apenas uma resposta. A celebridade não responde e começa a sofrer com a raiva das pessoas que não entendem que há centenas de pessoas também querendo a atenção dessa celebridade. Imagine quantas agressões essas celebridades devem receber de graça sem nem saber quem são os agressores.

Uma coisa é seguirmos a netiqueta (nossa esse termo é velho) do Twitter a outra é sermos mal educados por conta dessa netiqueta.

Exigimos que a Xuxa escreva do nosso jeitinho e não do dela mas não exigimos que o Nizan escreva do nosso jeitinho. Na real, achamos até engraçado, criamos perfis tradutores dos tweets dele e tal. Qual a diferença entre os dois?

Nós reclamamos tanto de Trolls em comentários de blogs, fóruns e etc que esquecemos que as vezes nós somos os Trolls ao mandarmos um hate-tweet apenas de sacanagem. É a mesma coisa que entrar no perfil do Orkut de uma Geysa, de uma Katilce ou de uma garota que teve fotos ou vídeos íntimos publicados por um Ex-namorado apenas para agredi-las. É muito cruel isso.

Esse post é simplesmente uma constatação de algumas atitudes que vi acontecendo no twitter desde que entrei. E que provavelmente vão continuar e piorar durante o BBB10. Esse post da MaWá já mostra o tipo de crescimento que está acontecendo com o perfil dessas pessoas no Twitter agora antes mesmo do início do programa. Imagina quando a personalidade dos participantes começar a se desenhar na casa o que as pessoas não vão mandar no Twitter sempre copiando as pessoas citadas.

Mas lembrem-se que o fato de uma pessoa ter aparecido na mídia não as torna uma marca. Elas continuam sendo pessoas normais e não celebridades que vivem da sua exposição.

Se você for consumidor de uma marca e ela estiver no Twitter, acho que vale a pena citá-la para tentar entrar em contato tanto para reclamar quanto para elogiar. Isso mostra como esta marca lida com seu público e pode ser que a mesma use esse tweet para melhorar seu serviço. Mas o que você ganharia ao fazer isso com uma pessoa? Apenas uma satisfação sádica, imagino.

Enfim, é apenas um desabafo contra a crueldade que várias pessoas fazem (as vezes sem notar) diariamente no Twitter. Antes de apertar o botão “update” pense um pouco em quem está copiado neste tweet e porque. A boa educação agradece.

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O Kindle é para todo mundo?

November 3, 2009  |  Tecnologia  |  2 Comments  | 

Aviso: esse não é um post técnico, ok? é um ponto de vista sem usar o produto.

Esse fim de semana eu estava conversando com a minha mãe sobre o Kindle. Ela está louca para ter um desde o lançamento inicial apenas para os EUA e agora ela está beeeeem mais interessada por conta da versão internacional. Na nossa conversa estávamos debatendo qual seria o perfil ideal para comprar um Kindle.

Ela me parecia um dos mais apropriados. Professora universitária (graduação e mestrado), lê muito e anda com livros para cima e para baixo. O Kindle (ou Nook ou qualquer outro e-reader) seria para ela uma mão na massa. Menos peso. Menos coisas para carregar e acesso rápido à sua biblioteca. Genial.

Mas vejo muita gente querendo o Kindle pelo gadget e não pela real função dele. Vi gente que esse ano não leu nenhum livro e que está louco por um. Na boa, o Kindle não é para você. Assim como iPod para alguém que não gosta de música e filmes é quase inútil.

Ah! mas dá para colocar revistas e blogs nele também. Isso quer dizer que vale a pena então gastar R$900-R$1000 por esse benefício? Honestamente, para esse perfil eu acho que não. Eu gostaria de ter um Kindle mas não leio tanto quanto gostaria. Com um bebê em casa, são raros os momentos em que você tem paz para parar e ler um livro. As vezes não dá para ler o jornal, imagina um livro. Esse ano creio que eu tenha lido uns 10 livros no máximo. Incluindo alguns mais técnicos. É isso mesmo. Em 11 meses eu li 10 livros. A conta, para ter um Kindle não fecha para mim. Mas reforço. Eu continuo querendo ter um.

Mas creio que a Amazon não faz um preço camarada para quem já comprou um livro real e quer comprar na versão para o Kindle. E não são todos os livros que estão disponíveis para o Kindle. Eu fiz uma busca por três dos últimos livros que li: Tribes, Whuffie Factor e Life Inc.

Desses três, apenas o Tribes tem disponível para o Kindle. E a diferença de preço, se eu quisesse comprar essa versão é de US$2 a menos para a versão Kindle. Ou seja, se comprou o livro normal para ter no formato do Kindle, tem que comprar novamente. O chato é que mesmo que a compra do livro tradicional tenha sido feita na Amazon, o preço é o mesmo para quem nunca comprou.

Isso não é novo. A indústria da música e cinema faz isso a cada novo formato. LP->CD->MP3 e VHS->LaserDisc->DVD->Blu Ray.

Mas a sensação que fica é: “Mas que sacanagem…”

Outra coisa que fiquei pensando é, quando a gente está lendo um livro físico (não-digital) e vemos a quantidade de páginas que temos que superar para terminá-lo aquilo funciona um pouco (pelo menos para mim) como estímulo. Legal, já li 2/3 do livro e por aí vai. No Kindle (e outros) não temos essa sensação. Acho que o máximo que temos é página 372/590. OK é tecnologia e as coisas mudam mas será que no fim não teremos a impressão de estarmos sempre lendo um PDF gigante? O Miguel Cavalcanti que tem um Kindle de repente pode dar a impressão dele.

Como eu não corri atrás de formatos, não vou me meter a comentar. Mas os formatos de todos os players desse mercado (Kindle, Nook, Sony ereader) é o mesmo? Dá para usar um livro do Nook no Kindle ou é como o iPod que não lê WMA? Enfim, muitas coisas para comparar ainda.

Mas se eu comprar um eu faço um review.

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Pesquisa sobre Comunicação 2.0

June 29, 2009  |  Internet, Mí­dia, Tecnologia, Web2.0  |  No Comments  | 

Aqui vai uma pequena pesquisa sobre comunicação 2.0. Entenda essa comunicação como algo que envolve redes/mídias sociais, engajamento e o relacionamento entre publicidade, consumidor e marcas.

Essa pesquisa é algo que estou fazendo para a iChimps e que compartilharemos o resultado final depois. Provavelmente no blog da iChimps.

Aqui vai o texto que eu enviei pelo Twitter também:

Tem um tempinho? então responda a essa pequena pesquisa sobre Comunicação 2.0 (mídias sociais, engajamento) : http://tinyurl.com/krmnga

Muito obrigado pela ajuda.

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VENDIDO – Macbook – R$1850 – VENDIDO

May 28, 2009  |  Apple, Rotina, Tecnologia  |  4 Comments  | 

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VENDIDO :: VENDIDO :: VENDIDO :: VENDIDO :: VENDIDO :: VENDIDO :: VENDIDO ::

Uma hora isso teria que acontecer. Eu vou vender o meu Macbook branco. Recentemente comprei um Macbook Pro Unibody e preciso levantar uma grana para ajudar no pagamento.

Eu usei ele para editar vídeos no Final Cut e no iMovie, fazer música no Garageband além do básico que é internet, emails, documentos do Office (PPT, Doc, excel) tanto no Office quanto no iWork. Usei para armazenar e editar fotos no Aperture além de ver filmes que eu jogava para a TV usando um adaptador.

então aqui vai:

  • CoreDuo
  • 2.0Ghz
  • 2GB RAM (já está com o máximo de memória)
  • 160 HD
  • Branco
  • Tela de 13,3 (widescreen)
  • Superdrive (é gravador de DVD para quem não conhece Apple)
  • Bateria trocada no final do ano passado.

Tudo isso por R$1850,00.

Se você se animar, ainda coloco um case da InCase e um adaptador para TV por mais R$150.

Ou seja, por R$2000 você leva o pacote todo e terá uma vida próspera e feliz.

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Se quiser fale comigo direto nos comentários, no dsollero no gmail.com ou pelo twitter/dsollero

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Eu quero uma Nikon D90

December 8, 2008  |  Tecnologia  |  No Comments  | 


December Air from BUTTER FILMS on Vimeo.

Eu sugiro que vocês assistam esse vídeo no próprio Vimeo em HD. É fantástico. Esse foi o primeiro teste com uma D90. Claro que o cara corrigiu cor, adicionou algumas firulas mas, na boa, o resultado é lindo e dá vontade de andar de skate, reencontrar amigos e filmar tudo. Sem falar na excelente escolha da trilha sonora. Pelo que eu li nos comentários do vídeo é da trilha do American Beauty.

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A visão de Faris Yakob do futuro:2010

October 22, 2008  |  Cultura, Tecnologia  |  1 Comment  | 

Em duas palavras: Entretenimento e comunicação. Faris Yakob junta tudo e manda bem. Só não sei se vai acontecer tudo isso no prazo que ele propõe mas o futuro é promissor. Várias coisas já acontecem agora e ele, simplesmente, extrapolou o conceito. Claro que ele escreveu esse roteiro antes da crise da bolsa mas não acho que seja isso que vá adiar as “previsões” desse vídeo mas, sim, o desenvolvimento das redes e de tecnologia no mundo todo.

Mais informações no blog dele.

PS: Coloquei a versão do YouTube no post porque ele tem rodado melhor do que o Vimeo, embora eu prefira o último, na conexão do Virtua.

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RED+Skate=sem comentários

August 20, 2008  |  Tecnologia  |  No Comments  | 


skate – shot on red – 120 fps from opus magnum prod. on Vimeo.

Aconselho que vejam em HD. É realmente fantástico. Conheci essa câmera no blog da Colmeia e não entendi muito. Vi que era algo revolucionário e tal mas não tinha visto nada filmado com ela. Nada que eu me interesse e que tenha parâmetros de comparação. Mas tudo mudou com esse vídeo. Muito bom. Quer saber mais da câmera? Olha os exemplos no site.

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MacMais 25 – tutorial do Keynote

July 1, 2008  |  Apple, Tecnologia, Textos Aleatórios  |  2 Comments  | 

Há um tempo escrevi um tutorial sobre o Keynote (o software para fazer apresentações do mac) para a revista MacMais e foi publicado na eddição 25 da revista. São algumas dicas bem legais de recursos e fluxo de trabalho no software para melhorar as suas apresentações.

Eu gostei tanto desse negócio de tutorial que fiz outros. Na próxima edição deve sair um sobre o Pages (seria um Word da Apple) para iniciantes e já tenho uma versão para usuários avançados planejada.

Se quiser dar uma olhada na matéria, passe na banca e procure a revista. Está cheia de dicas bacanas e esclarece muitas dúvidas sobre iPhone também.

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Nude do radiohead em versão TK85

June 9, 2008  |  Música, Tecnologia  |  4 Comments  | 


Big Ideas (don’t get any) from James Houston on Vimeo.

OK, na verdade eu nem sei se é realmente um TK85 mas a idéia é fantástica e a realização idem. Acho que vale entrar na página do vídeo no Vimeo e ler o depoimento do autor dessa proeza.

O video começa chato, mas com 1 minuto e a musica começa a fazer sentido.

Radiohead held an online contest to remix “Nude” from their album – “In Rainbows” This was quite a difficult task for everybody that entered, as Nude is in 6/8 timing, and 63bpm. Most music that’s played in clubs is around 120bpm and usually 4/4 timing. It’s pretty difficult to seamlessly mix a waltz beat into a DJ set.

This resulted in lots of generic entries consisting of a typical 4/4 beat, but with arbitrary clips from “Nude” thrown in so that they qualified for the contest.

It doesn’t sound great, as it’s not supposed to.

I missed the contest deadline, so I’m offering it here for you to enjoy.

Sinclair ZX Spectrum – Guitars (rhythm & lead)
Epson LX-81 Dot Matrix Printer – Drums
HP Scanjet 3c – Bass Guitar
Hard Drive array – Act as a collection of bad speakers – Vocals & FX

Sensacional! Dica do Thiago.

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PodWorks – retirando músicas do iPhone

June 5, 2008  |  Tecnologia, iPhone, iPod  |  3 Comments  | 

Acabei de baixar o PodWorks. Fantástico. Agora consigo tirar as músicas do meu iPhone. Como sincronizo o iPhone apenas no trabalho para que ele possa pegar tanto os meus compromissos quanto as músicas, podcasts e videos, eu acabo não tendo as mesmas coisas em casa. Mas agora isso acabou. o podWorks funciona com iPod e iPhone e até onde vi está rodando perfeito. Já fiz backup das músicas que tinha no iPhone para, caso eu tenha que restaurar de casa, eu não tenha problemas.

Roda apenas em MacOSX.

O site oficial é esse aqui e você também pode baixar aqui.

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