O Twitter é sensacional. Eu uso bastante as vezes mais como um lurker do que realmente postando freneticamente. Não tenho nem 1.000 seguidores e acho que metade deles são spammers. Como não os sigo tudo bem. Uma coisa que eu fico chocado com o Twitter é como as pessoas usam a ferramenta como se fosse uma arma. Querem agredir as pessoas. As vezes pessoas que nem conhecem.
Quantas vezes você já viu alguém mandar tweets para uma pessoa apenas para comunicar que está falando mal dela? Claro que não estou falando de amigos brincando entre eles. Esse tipo de implicância é normal e acontece muito offline também.
Mas os tweets geralmente são assim:
“A @pessoaquequeroagredir é muita escrota. Nem sabe jogar GuitarHero”
Ok. O exemplo foi bizarro mas acho que você entendeu o que quero dizer. Porque você vai citar o perfil daquela pessoa no Twitter se a intenção do seu tweet é simplesmente agredi-la? Sério. Isso é um absurdo. Você faz isso ao vivo? Se encontrasse essa pessoa numa festa iria falar “você é muita escrota porque não sabe jogar GuitarHero” ?
Provavelmente não. Falta coragem, sobra medo. Ou até mesmo você não foi educado dessa maneira.
Porque fazer online então? É para a pessoa saber que você está a sacaneando? Isso é de uma crueldade ímpar. Além de ser totalmente desnecessário.
Agora imagine uma celebridade ou uma web celebridade com zilhões de followers, muitos querendo a sua atenção ou apenas uma resposta. A celebridade não responde e começa a sofrer com a raiva das pessoas que não entendem que há centenas de pessoas também querendo a atenção dessa celebridade. Imagine quantas agressões essas celebridades devem receber de graça sem nem saber quem são os agressores.
Uma coisa é seguirmos a netiqueta (nossa esse termo é velho) do Twitter a outra é sermos mal educados por conta dessa netiqueta.
Exigimos que a Xuxa escreva do nosso jeitinho e não do dela mas não exigimos que o Nizan escreva do nosso jeitinho. Na real, achamos até engraçado, criamos perfis tradutores dos tweets dele e tal. Qual a diferença entre os dois?
Nós reclamamos tanto de Trolls em comentários de blogs, fóruns e etc que esquecemos que as vezes nós somos os Trolls ao mandarmos um hate-tweet apenas de sacanagem. É a mesma coisa que entrar no perfil do Orkut de uma Geysa, de uma Katilce ou de uma garota que teve fotos ou vídeos íntimos publicados por um Ex-namorado apenas para agredi-las. É muito cruel isso.
Esse post é simplesmente uma constatação de algumas atitudes que vi acontecendo no twitter desde que entrei. E que provavelmente vão continuar e piorar durante o BBB10. Esse post da MaWá já mostra o tipo de crescimento que está acontecendo com o perfil dessas pessoas no Twitter agora antes mesmo do início do programa. Imagina quando a personalidade dos participantes começar a se desenhar na casa o que as pessoas não vão mandar no Twitter sempre copiando as pessoas citadas.
Mas lembrem-se que o fato de uma pessoa ter aparecido na mídia não as torna uma marca. Elas continuam sendo pessoas normais e não celebridades que vivem da sua exposição.
Se você for consumidor de uma marca e ela estiver no Twitter, acho que vale a pena citá-la para tentar entrar em contato tanto para reclamar quanto para elogiar. Isso mostra como esta marca lida com seu público e pode ser que a mesma use esse tweet para melhorar seu serviço. Mas o que você ganharia ao fazer isso com uma pessoa? Apenas uma satisfação sádica, imagino.
Enfim, é apenas um desabafo contra a crueldade que várias pessoas fazem (as vezes sem notar) diariamente no Twitter. Antes de apertar o botão “update” pense um pouco em quem está copiado neste tweet e porque. A boa educação agradece.
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Esse é o tema da apresentação acima e que está no Concurso do Slideshare (se der, vota lá). A fiz toda em inglês para tentar atingir mais gente e por saber que os jurados falam inglês. Tanto o roteiro quanto o visual (chamar de arte é demais…) são meus. Não foi difícil. Usei apenas um fundo diferente para os slides e uma fonte que parece feita a mão. A parte chata foi que essa fonte não tem caracteres de pontuação e por isso tive que fazer umas gambiarras para funcionar. O texto que aparece em alguns slides é do dicionário do Mac OSX. Alguns amigos ajudaram nos ajustes para o inglês pois sempre passa alguma coisa.
Essa história é real. Eu realmente passei por essa situação algumas vezes na vida. Parece coisa de realidade alternativa em que alguém pede algo inovador mas quando é apresentado a algo inovador, fica com medo e pergunta se alguém já testou isso antes para ele ter certeza do sucesso.
Desculpe, mas inovador, novo e etc são palavras que remetem a algo inédito e que não foi feito ainda.
Tudo tem um ônus e um bônus. E para o inovador de verdade, o ônus é o risco de dar errado, de perder tempo e dinheiro. Mas mesmo quando se corre riscos, você ganha alguma coisa. Experiência e o aprendizado são coisas que ninguém pode tirar de você.
Já o bônus é dar certo, ser reconhecido como inovador e visionário. Temos vários cases disso no mundo de pessoas que inovaram e romperam com o status quo. Algumas pararam na primeira vez e acreditaram que era uma fórmula. Outros continuaram inovando, correndo riscos e colhendo lucros e prejuízos com essa postura.
O que acontece é que as pessoas querem deixar sua marca nas empresas, no mercado e acreditam que vão conseguir isso sem nenhuma ruptura. Essa ruptura as vezes vem de maneiras simples porém diferentes, pode ser uma maneira atípica de resolver um problema, pode ser inventando um novo produto ou serviço, mecânica de promoção e etc. Mas pensar novas soluções e executá-las dá trabalho. Como o Derek Silvers disse num post:
Idéias são apenas um multiplicador da execução
Ou seja, uma grande idéia, sem execução não é nada. Então ficar apenas pensando e não executar também é perda de tempo e recursos.
Eu entendo que não são todos que têm esse perfil de inovador. Eu entendo o medo de arriscar. Na real, esse post (e a apresentação acima) foi mais um desabafo.
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Eu não tenho nada contra o prefeito Kassab. Acho que a lei cidade limpa foi o acerto que fez com que ele fosse (re)eleito. Mas juro que não entendi ele cortar em 20% o orçamento de varrição das ruas da cidade e retirada de entuho. Atribuir isso à crise me parece uma resposta óbvia. Mas pensem comigo, com a Lei estadual contra o fumo em lugares fechados e os fumantes tendo que ir até a rua para fumar, isso quer dizer que teremos mais lixo nas ruas, certo?
Eu não gosto de cigarro. Muito menos da atitude de parte dos fumantes de ignorar as pessoas ao redor ao fumar, de jogar bitucas em qualquer lugar (principalmente na rua) e de se acharem injustiçados pela lei atual.
Essa lei não é perfeita mas já é um começo para tentar impôr educação à essa parte de fumantes mal educados. Só sinto falta da pena para o fumante. Penalizar apenas estabelecimento é de uma miopia ímpar.
Mas enfim, esse post é apenas um desabafo por essa medida, na minha opinião, errada do prefeito. São Paulo está com as ruas cheias de lixo, os fumantes mal educados que citei acima não contribuem, e pior, alguns acham até que jogar cigarro na rua é retaliação à lei.
Bom, chega de bla-bla-bla e depois eu volto para a programção normal do blog: poucas atualizações (é, está uma vergonha) sobre cultura, tecnologia, publicidade e etc.
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É isso mesmo. Há um mês eu simplesmente parei de beber Coca-Cola ou qualquer outro refrigerante. Eu estava bebendo em média uma lata por dia sendo que nos fins de semana eu acabava bebendo mais. Sempre nas refeições que fazia na rua, eu bebia uma pelo menos.
Enchi o saco disso e resolvi tentar parar. Já tinha reduzido outras vezes. Eu simplesmente parava de beber nos dias de semana e bebia nos fins de semana. As únicas coisas que bebi foram: Água e Mate Leão. Quando saía e queria beber algo diferente, bebia cerveja (ou chopp) e bebi vinho um dia em casa.
Dessa vez foi diferente e paguei o preço.
Na primeira semana eu tive dores de cabeça violentas. Daquelas que a gente toma Tylenol 750 e não passa reduz, mas não passa. Nessa semana me senti bastante irritado e com variações de humor violentas (eu sei que já sou assim mas estava pior). Leia mais
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Há um tempo escrevi um tutorial sobre o Keynote (o software para fazer apresentações do mac) para a revista MacMais e foi publicado na eddição 25 da revista. São algumas dicas bem legais de recursos e fluxo de trabalho no software para melhorar as suas apresentações.
Eu gostei tanto desse negócio de tutorial que fiz outros. Na próxima edição deve sair um sobre o Pages (seria um Word da Apple) para iniciantes e já tenho uma versão para usuários avançados planejada.
Se quiser dar uma olhada na matéria, passe na banca e procure a revista. Está cheia de dicas bacanas e esclarece muitas dúvidas sobre iPhone também.
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Em 2003 eu entrevistei Sheldon Ramptom, editor do site PRWatch e autor de livros como Toxic Sludge is good for you, Weapons of Mass Deception e Banana Republicans. Era uma época em que eu estava deslumbrado com o conceito de Relações Públicas, com o poder dos nossos marqueteiros políticos e fui atrás do outro lado. Quem vigia esses caras.
Em ano de eleição, acho que vale a pena dar uma lida e pensar se a sua escolha é realmente sua.
Essa entrevista também foi publicada no site Duplipensar
Em uma eleição, quais são as técnicas de manipulação mais usadas em RP?
Existem três principais usos de pesquisas de opinião em campanhas :
1. Os pesquisadores tentam medir a opinião pública pois desta forma eles podem determinar que mensagens são mais prováveis de fazer com que as pessoas votem em seu candidato.
2. Algumas pesquisas de opinião são usadas como um esforço para direcionar a opinião pública. Os eleitores indecisos são os que têm mais probabilidade de votar em alguém que eles imaginam ser o mais popular, e algumas vezes os pesquisadores publicam pesquisas de opinião que mostram que o candidato X está ganhando na esperança de influenciar esse eleitores indecisos.
3. Outra técnica usada mas condenável, é uma que surgiu nos últimos anos é a chamada “Push polls”( pesquisa para promoção) em que a pesquisa nada mais é do que uma desculpa para telefonar para os eleitores e espalhar boatos negativos sobre outros candidatos. Por exemplo, o pesquisador pode telefonar para alguém e dizer: “Estamos fazendo uma pesquisa. Você estaria mais inclinado em votar no candidato X se você soubesse que ele foi acusado de dirigir embriagado?” O Propósito dessa pergunta não é saber a opinião do eleitor. A pessoa que está telefonando está tentando plantar um boato sobre o candidato X na esperança de que esse boato se espalhe e mude a imagem deste candidato para os eleitores.
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