O dilema do falso inovador

September 10, 2009  |  Bizarro, Rotina, Textos Aleatórios, Trabalho  |  1 Comment  | 

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Esse é o tema da apresentação acima e que está no Concurso do Slideshare (se der, vota lá). A fiz toda em inglês para tentar atingir mais gente e por saber que os jurados falam inglês. Tanto o roteiro quanto o visual (chamar de arte é demais…) são meus. Não foi difícil. Usei apenas um fundo diferente para os slides e uma fonte que parece feita a mão. A parte chata foi que essa fonte não tem caracteres de pontuação e por isso tive que fazer umas gambiarras para funcionar. O texto que aparece em alguns slides é do dicionário do Mac OSX. Alguns amigos ajudaram nos ajustes para o inglês pois sempre passa alguma coisa.
Essa história é real. Eu realmente passei por essa situação algumas vezes na vida. Parece coisa de realidade alternativa em que alguém pede algo inovador mas quando é apresentado a algo inovador, fica com medo e pergunta se alguém já testou isso antes para ele ter certeza do sucesso.
Desculpe, mas inovador, novo e etc são palavras que remetem a algo inédito e que não foi feito ainda.

Tudo tem um ônus e um bônus. E para o inovador de verdade, o ônus é o risco de dar errado, de perder tempo e dinheiro. Mas mesmo quando se corre riscos, você ganha alguma coisa. Experiência e o aprendizado são coisas que ninguém pode tirar de você.

Já o bônus é dar certo, ser reconhecido como inovador e visionário. Temos vários cases disso no mundo de pessoas que inovaram e romperam com o status quo. Algumas pararam na primeira vez e acreditaram que era uma fórmula. Outros continuaram inovando, correndo riscos e colhendo lucros e prejuízos com essa postura.

O que acontece é que as pessoas querem deixar sua marca nas empresas, no mercado e acreditam que vão conseguir isso sem nenhuma ruptura. Essa ruptura as vezes vem de maneiras simples porém diferentes, pode ser uma maneira atípica de resolver um problema, pode ser inventando um novo produto ou serviço, mecânica de promoção e etc. Mas pensar novas soluções e executá-las dá trabalho. Como o Derek Silvers disse num post:

Idéias são apenas um multiplicador da execução

Ou seja, uma grande idéia, sem execução não é nada. Então ficar apenas pensando e não executar também é perda de tempo e recursos.

Eu entendo que não são todos que têm esse perfil de inovador. Eu entendo o medo de arriscar. Na real, esse post (e a apresentação acima) foi mais um desabafo.

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Comunicação+engajamento

May 19, 2009  |  Trabalho  |  No Comments  | 

Um dos motivos de eu estar postando tão pouco aqui é o fato de eu ser sócio de uma agência nova chamada iChimps que é focada em Comunicação e Engajamento. É um desafio novo e que estou aprendendo muito. Por conta da iChimps, do histórico dos sócios e dos nossos clientes, volta e meia somos chamados para fazer apresentacões em universidades.
Fomos chamados para fazer uma apresentação sobre engajamento na semana de comunicação da UniBan e eu fui lá apresentar a iChimps, seu modo de pensar e agir além de alguns cases.
A apresentação foi bem divertida com uma platéia atenta e participativa. No final rolaram umas perguntas bem relevantes e interessantes.
Na real essa é uma versão editada daquela apresentação pois tirei uns cases antigos (que não eram da iChimps) que estavam lá mais para ilustrar alguns pontos.
Optei por fazer uma apresentação focada em uma das coisas que eu acho mais curiosas nas campanhas de hoje em dia: quando as pessoas se associam à marca, a comunicação para. É estranho mas isso acontece com frequência. Por que parar quando está ficando bom?

Algumas observações:
Reutilizei alguns slides de uma outra apresentação que fiz sobre “Blogs e redes sociais para pequenas empresas” que são ótimos para contextualizar.
Usei frases do Mike Arauz e do Hugh McLeod.
E para os designers a fonte usada é Alte Haas Grotesk.

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Vota ni mim no Camiseteria

February 16, 2009  |  Trabalho, Web2.0  |  1 Comment  | 

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Enfim fiz uma estampa no camiseteria o Weno. Na verdade a estampa ele que desenhou eu só entrei com a idéia. O talento é todo dele. Mas vota na gente que vai ser um puta orgulho ver alguém usando algo que eu ajudei a criar.

Mas você pode fazer várias coisas no Camiseteria. Pode votar na nossa estampa, pode comprar camisetas, pode participar da comunidade entre várias outras coisas.

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Continue anunciando, diz a Economist

December 29, 2008  |  Internet, Trabalho  |  1 Comment  | 

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Excelente apresentação feita pela Economist justificando porque as empresas devem continuar investindo em propaganda/publicidade. Vale a pena até baixar para ler com calma e rever mais vezes.

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Os criativos novos cartões de negócios

June 17, 2008  |  Mí­dia, Trabalho  |  1 Comment  | 

Eu sei que a notícia é antiga. Eu sei que um zilhão de blogs já devem ter escrito sobre isso mas depois de ver no site Computer Love que levava para um post no Fubiz e que enfim apontava para um grupo no flickr, resolvi escrever.

Muita gente acha que ñão há nada mais sem graça do que cartões de negócios. Se pensarmos em empresas antigas e que se preocupam apenas com a tradição ou até mesmo profissões como advogado, médico e etc, realmente as coisas ficam sem graça mas isso não quer dizer que outras profissões devam seguir essa mesma caretice.

Os exemplos abaixo são alguns que explicam tudo apenas com o visual. Aconselho clicar nos links acima e ter uma noção de como um cartão pode passar toda a mensagem rapidamente.

Há um tempo, eu recebi o cartão do Andre da Agência de Guerrilha Torke e o cartão dele era um pedaço de papel que parecia ter sido rasgado de uma caixa de papelão com todas as informações da sua agência.

O posicionamento da sua empresa deve ser coeerente e aparecer em todos os pontos da sua comunicação. Agora alguns exemplos:

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Para não deixar morrer

February 11, 2008  |  Bizarro, Trabalho  |  No Comments  | 

É só para dizer que estou vivo embora algumas pessoas que trabalham comigo cismem em dizer que eu morri e que no meu lugar está o meu chefe.

Sai desse corpo que não te pertence!

O negócio agora é tentar ficar menos estressado. Sorte que o dia 18 está logo aí. Ele volta a trabalhar e eu a ser um mero funcionário.

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Belo paralelo

March 2, 2006  |  Internet, Rotina, Trabalho  |  No Comments  | 

Acabei de ler um artigo bem interessante sobre as diferenças entre a mentalidade de uma start-up e a de uma empresa já consolidada.

O quadro em que efetivamente as mudanças são comparadas é, no mínimo, engraçado. Com grandes doses de realidade. O artigo chega a ser um pouco inocente mas as idéias são boas e estão alinhadas em parte com o que penso e com o que tenho visto no livro do Rushkoff.

When you evolve out of start-up mode and start worrying about being professional and dignified, you only lose capabilities. You don’t add anything… you only take away. Dignity is deadly.

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Eu vim com a Nação Zumbi

November 29, 2005  |  Livros, Rotina, Trabalho  |  No Comments  | 

É. Só que dessa vez está cruel demais. Depois de trabalhar pouco mais de 12 horas ontem, tive muita dificuldade para dormir. Nunca tinha passado tanto sufoco. Cheguei a sair do quarto e ir dormir em outro. Já estava culpando a minha mulher por essa dificuldade. Hoje estou um caco.
No livro Pattern Recognition, de Willian Gibson, a personagem principal fala que o jet lag nada mais é que a sua alma que ainda não está no mesmo local que o seu corpo. Essa foi a impressão que tive hoje de manhã.

Meu corpo parecia estar até dormente. O dia está pela metade e eu já preciso que ele acabe. Se o George Romero me visse agora, provavelmente me contrataria para um dos seus filmes.

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Ufa

October 7, 2005  |  Rotina, Trabalho  |  No Comments  | 

A semana acabou. Sobrevivi. Queria tirar umas fotos amanhã mas minha mulher emprestou a nossa máquina digital. Vou tentar fazer algo novo. De repente até filmar algo apenas para desopilar.

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Desafios

September 12, 2005  |  Bizarro, Rotina, Trabalho  |  No Comments  | 

Minha mulher deve ficar no Brasil. Agora de vez. Chega de viagens ao México. Chega de sofrimento. Não tenho dúvidas de que ela vai encontrar um emprego logo.
Enquanto isso vejo os meus desafios se tornando cada vez maiores. Correria no trabalho, inferno astral começando. Tenho que manter a cabeça no lugar.

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