Saudades da praia

January 10, 2010  |  Rotina  |  6 Comments

Minhas férias acabaram semana passada e já estou com saudades da praia. Não da praia propriamente dita mas da praia da minha adolescência. Aquela que se resumia a poucas coisas: pegar onda com os amigos, me divertir horrores e aproveitar tudo que as férias escolares(e da faculdade) tinham para me oferecer. Esse vídeo me fez lembrar dessa época. Entre os 15 e os 20 e poucos anos. Nessas horas que vejo que estou realmente ficando velho.
Ah! que saudade da praia…

A crueldade no Twitter

O Twitter é sensacional. Eu uso bastante as vezes mais como um lurker do que realmente postando freneticamente. Não tenho nem 1.000 seguidores e acho que metade deles são spammers. Como não os sigo tudo bem. Uma coisa que eu fico chocado com o Twitter é como as pessoas usam a ferramenta como se fosse uma arma. Querem agredir as pessoas. As vezes pessoas que nem conhecem.

Quantas vezes você já viu alguém mandar tweets para uma pessoa apenas para comunicar que está falando mal dela? Claro que não estou falando de amigos brincando entre eles. Esse tipo de implicância é normal e acontece muito offline também.
Mas os tweets geralmente são assim:

“A @pessoaquequeroagredir é muita escrota. Nem sabe jogar GuitarHero”

Ok. O exemplo foi bizarro mas acho que você entendeu o que quero dizer. Porque você vai citar o perfil daquela pessoa no Twitter se a intenção do seu tweet é simplesmente agredi-la? Sério. Isso é um absurdo. Você faz isso ao vivo? Se encontrasse essa pessoa numa festa iria falar “você é muita escrota porque não sabe jogar GuitarHero” ?
Provavelmente não. Falta coragem, sobra medo. Ou até mesmo você não foi educado dessa maneira.

Porque fazer online então? É para a pessoa saber que você está a sacaneando? Isso é de uma crueldade ímpar. Além de ser totalmente desnecessário.

Agora imagine uma celebridade ou uma web celebridade com zilhões de followers, muitos querendo a sua atenção ou apenas uma resposta. A celebridade não responde e começa a sofrer com a raiva das pessoas que não entendem que há centenas de pessoas também querendo a atenção dessa celebridade. Imagine quantas agressões essas celebridades devem receber de graça sem nem saber quem são os agressores.

Uma coisa é seguirmos a netiqueta (nossa esse termo é velho) do Twitter a outra é sermos mal educados por conta dessa netiqueta.

Exigimos que a Xuxa escreva do nosso jeitinho e não do dela mas não exigimos que o Nizan escreva do nosso jeitinho. Na real, achamos até engraçado, criamos perfis tradutores dos tweets dele e tal. Qual a diferença entre os dois?

Nós reclamamos tanto de Trolls em comentários de blogs, fóruns e etc que esquecemos que as vezes nós somos os Trolls ao mandarmos um hate-tweet apenas de sacanagem. É a mesma coisa que entrar no perfil do Orkut de uma Geysa, de uma Katilce ou de uma garota que teve fotos ou vídeos íntimos publicados por um Ex-namorado apenas para agredi-las. É muito cruel isso.

Esse post é simplesmente uma constatação de algumas atitudes que vi acontecendo no twitter desde que entrei. E que provavelmente vão continuar e piorar durante o BBB10. Esse post da MaWá já mostra o tipo de crescimento que está acontecendo com o perfil dessas pessoas no Twitter agora antes mesmo do início do programa. Imagina quando a personalidade dos participantes começar a se desenhar na casa o que as pessoas não vão mandar no Twitter sempre copiando as pessoas citadas.

Mas lembrem-se que o fato de uma pessoa ter aparecido na mídia não as torna uma marca. Elas continuam sendo pessoas normais e não celebridades que vivem da sua exposição.

Se você for consumidor de uma marca e ela estiver no Twitter, acho que vale a pena citá-la para tentar entrar em contato tanto para reclamar quanto para elogiar. Isso mostra como esta marca lida com seu público e pode ser que a mesma use esse tweet para melhorar seu serviço. Mas o que você ganharia ao fazer isso com uma pessoa? Apenas uma satisfação sádica, imagino.

Enfim, é apenas um desabafo contra a crueldade que várias pessoas fazem (as vezes sem notar) diariamente no Twitter. Antes de apertar o botão “update” pense um pouco em quem está copiado neste tweet e porque. A boa educação agradece.

Bizarrices dos charts do Last.Fm

December 17, 2009  |  Cultura, Música  |  8 Comments

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Minha conta no Last.FM começou em 17 de agosto de 2005. 7195 músicas diferentes ouvidas.Algumas foram bastante repetidas, outras nem tanto. Foram 21228 músicas (e podcasts) que foram fundo músical ou tomaram a minha atenção.

Na real, eu com certeza ouvi mais músicas do que aparece nesse ranking uma vez que eu trapaceio e quando vou ouvir algo que eu não levo muita fé, eu não coloco no iTunes. Eu ouço no VLC para não contaminar as tabelas do Last.Fm. Mas algumas vezes isso não dava certo já que nesse meio tempo eu tive um filho e minha mulher ficava em casa usando o computador durante a licença maternidade e isso era jogado para o LastFm também. Por isso que aparece Balão Mágico, Backyardigans e etc.

Eu tinha todos os locais que ouvia música mapeados, ou seja, quando usava apenas o iPod, ao conectá-lo no computador, ele atualizava o LastFm. Quando comecei a usar o iPhone, instalei um app que passa as músicas ouvidas toda vez que eu entrava em uma rede WiFi. Claro sem contar os computadores de trabalho e de casa.

Essas estatísticas do LastFM dão belos infográficos mas como não sou programador ou designer, fiz as minhas estatísticas de farra sem nenhuma opção de visualização boa. Mas comparando as músicas mais ouvidas com os álbuns mais ouvidos, fica uma sensação estranha de “o que está acontecendo?”. Porque quando você cruza os dados de Albuns X Artistas X Músicas há umas distorções do tipo:

  • The Beatles e Red Hot Chili Peppers aparecem entre os artistas mais ouvidos mas não aparecem nem entre as músicas mais ouvidas nem nos discos mais ouvidos.
  • O Smashing Pumpkins aparece como o segundo Album mais ouvido em 2009, como o 10º artista mais ouvido mas não tem nenhuma música entre as mais ouvidas no ano.
  • O Sole and the Skyrider Band aparece como 9º Album mais ouvido, 14ª música mais ouvida e como o 39º artista mais ouvido esse ano.

Mesmo tendo esses desvios inexplicáveis (pelo menos para o meu parco ou nulo conhecimento de estatística), a idéia era brincar com esses dados e oferecer algo bacana para vocês. É só clicar no nome do ranking e baixar um zip com as músicas desse ranking. Claro que não podemos esquecer dos vícios do shuffle do iTunes que gosta muito de alguns artistas.

Então vamos lá, usando os meus rankings do LastFM como base, montei as listas usando os seguintes critérios:

Top 10 LastFM Músicas – Coloquei as 10 músicas mais executadas por artistas diferentes, ou seja, se a mesma banda aparecesse no 1ª e 3ª posição, eu usaria apenas a melhor no ranking.

  1. Fat Freddy’s Drop – Ernie
  2. People in Planes – If You Talk Too Much (My Head Will Explode)
  3. Radiohead – All I Need
  4. Tool – Vicarious
  5. The Mars Volta – Eriatarka
  6. Fiona Apple – Extraordinary Machine
  7. Binário – Tarde Demais (Raça Negra)
  8. Beastie Boys – Sure Shot
  9. Curumin – Compacto
  10. Los Hermanos – A Outra

Top 10 LastFm Albuns – Albuns (ou discos se você é da minha época)que foram mais executados desde que iniciei essa conta no LastFM. Aqui eu selecionei músicas desses álbuns que não estavam entre as Top10 para que vocês conheçam melhor essas bandas.

  1. Radiohead – In Rainbows (Down is the new Up)
  2. Fat Freddys Drop – Based on a True Story (Dark Days)
  3. People in Planes – As Far As The Eye Can See (Narcoleptic)
  4. The Mars Volta – Frances the Mute (Frances The Mute)
  5. Massive Attack – Collected (Five Man Army)
  6. Tool – Lateralus (Disposition)
  7. Neil Young – Greatest Hits (Ohio)
  8. dredg – El Cielo (Whoa Is Me)
  9. The Mars Volta – De-Loused in the Comatorium (Televators)
  10. CéU – CéU (A Roda)

Top 10 LastFM Músicas 2009 – O mesmo critério do Top10 LastFM Músicas mas aplicado apenas às músicas executadas nos últimos 12 meses (últimos 20 dias de 2008 e quase todo 2009). Essas músicas estão aqui.

  1. Fat Freddy’s Drop – Pull the Catch
  2. People in Planes – If You Talk Too Much (My Head Will Explode) (Acoustic)
  3. The Mars Volta – This Apparatus Must Be Unearthed (Demo)
  4. Bush – Personal Holloway
  5. Tool – Vicarious
  6. Beastie Boys – Sure Shot
  7. Radiohead – All I Need
  8. Sole and the Skyrider Band – A Sad Day for Investors
  9. Groundation – Don’s Intro
  10. Tumi and the Volume – Afrique

Top 10 LastFm Albuns 2009 – Albuns (ou discos se você é da minha época) que foram mais executados em 2009 na minha conta no LastFM. Aqui eu selecionei músicas desses álbuns que não estavam entre as Top10 para que vocês conheçam melhor essas bandas.

  1. Radiohead – In Rainbows (Go Slowly)
  2. Smashing Pumpkins – My Best of (Tear)
  3. Neil Young – Greatest Hits (Old Man)
  4. Bush – Razorblade Suitcase (Cold Contagious)
  5. The Mars Volta – Frances the Mute (The Widow)
  6. Tool – Lateralus (The Patient)
  7. dredg – The Pariah, The Parrot, The Delusion (I Don’t Know)
  8. Pearl Jam – Ten Redux (Deep)
  9. Sole and the Skyrider Band – Sole and the Skyrider Band (The Bridges, Let Us Down)
  10. People in Planes – As Far As The Eye Can See (Token Trapped Woman)

Top 10 Artistas – Essa é a lista de artistas mais ouvidos em todos os tempos no meu perfil do LastFM. Escolhi uma música de cada banda, de qualquer disco que eu tenha ou goste para quem quiser ouvir, conhecer e tal.

  1. The Mars Volta (Concertina)
  2. Radiohead (Climbing Up the walls)
  3. Tool (The Pot)
  4. Pearl Jam (Brother)
  5. Beastie Boys (Gratitude)
  6. The Smashing Pumpkins (Bullet with Butterfly Wings)
  7. Fat Freddy’s Drop (The Raft)
  8. A Perfect Circle (3 Libras) – acoustic
  9. Stone Temple Pilots (Big Empty)
  10. Rage Against the Machine (Year of Tha Boomerang)

É isso. Espero que vocês gostem das músicas e que me recomendem boas bandas baseados em todas essas informações.

Excelente cena deletada de Quase Famosos

December 7, 2009  |  Cultura, Filmes, Livros, Música  |  6 Comments

Estou lendo o livro sobre o Led ZeppelinQuando os Gigantes caminhavam sobre a Terra” e tenho tido vontade de assistir novamente o filme Quase Famosos do Cameron Crowe. O filme é baseado na história do próprio Crowe que aos 15 anos já estava escrevendo para revistas como a Rolling Stone. Dizem que várias cenas do filme foram baseadas em fatos da história do Led Zeppelin.

Enfim, uma das cenas deletadas do filme era essa acima em que o membros do Led Zeppelin não permitiram o uso da música “Stairway to Heaven” para ilustrar como o rock tinha coisas interessantes e que poderiam ser educativos. Tudo isso para tentar convencer a mãe do repórter de 15 anos a liberar que ele viajasse com a banda para cobrir uma turnê.

No DVD essa cena também não tem a música mas eles indicam para você colocar “Stairway to Heaven” para rodar em um determinado momento. O sync não fica perfeito mas tem umas coisas bem legais. O ideal é ver a cena inteira. Tem um pouco mais de 12 minutos e a música começa mesmo aos 2:40.

PostSecret: Fifty People One Question

December 3, 2009  |  Cultura, Livros  |  No Comments

Eu sempre gostei do Post Secret. Quando era apenas um blog já era ótimo. Quando começaram a publicar livros eu comprei os dois primeiros. Agora esse vídeo com o pessoal do Fifty People One Question. Sensacional. Como tudo o que eu citei antes.

Agora estou atrás do livro do We Feel Fine: An Almanac of Human Emotion. Que é do site wefeelfine.org

O Kindle é para todo mundo?

November 3, 2009  |  Tecnologia  |  9 Comments

Aviso: esse não é um post técnico, ok? é um ponto de vista sem usar o produto.

Esse fim de semana eu estava conversando com a minha mãe sobre o Kindle. Ela está louca para ter um desde o lançamento inicial apenas para os EUA e agora ela está beeeeem mais interessada por conta da versão internacional. Na nossa conversa estávamos debatendo qual seria o perfil ideal para comprar um Kindle.

Ela me parecia um dos mais apropriados. Professora universitária (graduação e mestrado), lê muito e anda com livros para cima e para baixo. O Kindle (ou Nook ou qualquer outro e-reader) seria para ela uma mão na massa. Menos peso. Menos coisas para carregar e acesso rápido à sua biblioteca. Genial.

Mas vejo muita gente querendo o Kindle pelo gadget e não pela real função dele. Vi gente que esse ano não leu nenhum livro e que está louco por um. Na boa, o Kindle não é para você. Assim como iPod para alguém que não gosta de música e filmes é quase inútil.

Ah! mas dá para colocar revistas e blogs nele também. Isso quer dizer que vale a pena então gastar R$900-R$1000 por esse benefício? Honestamente, para esse perfil eu acho que não. Eu gostaria de ter um Kindle mas não leio tanto quanto gostaria. Com um bebê em casa, são raros os momentos em que você tem paz para parar e ler um livro. As vezes não dá para ler o jornal, imagina um livro. Esse ano creio que eu tenha lido uns 10 livros no máximo. Incluindo alguns mais técnicos. É isso mesmo. Em 11 meses eu li 10 livros. A conta, para ter um Kindle não fecha para mim. Mas reforço. Eu continuo querendo ter um.

Mas creio que a Amazon não faz um preço camarada para quem já comprou um livro real e quer comprar na versão para o Kindle. E não são todos os livros que estão disponíveis para o Kindle. Eu fiz uma busca por três dos últimos livros que li: Tribes, Whuffie Factor e Life Inc.

Desses três, apenas o Tribes tem disponível para o Kindle. E a diferença de preço, se eu quisesse comprar essa versão é de US$2 a menos para a versão Kindle. Ou seja, se comprou o livro normal para ter no formato do Kindle, tem que comprar novamente. O chato é que mesmo que a compra do livro tradicional tenha sido feita na Amazon, o preço é o mesmo para quem nunca comprou.

Isso não é novo. A indústria da música e cinema faz isso a cada novo formato. LP->CD->MP3 e VHS->LaserDisc->DVD->Blu Ray.

Mas a sensação que fica é: “Mas que sacanagem…”

Outra coisa que fiquei pensando é, quando a gente está lendo um livro físico (não-digital) e vemos a quantidade de páginas que temos que superar para terminá-lo aquilo funciona um pouco (pelo menos para mim) como estímulo. Legal, já li 2/3 do livro e por aí vai. No Kindle (e outros) não temos essa sensação. Acho que o máximo que temos é página 372/590. OK é tecnologia e as coisas mudam mas será que no fim não teremos a impressão de estarmos sempre lendo um PDF gigante? O Miguel Cavalcanti que tem um Kindle de repente pode dar a impressão dele.

Como eu não corri atrás de formatos, não vou me meter a comentar. Mas os formatos de todos os players desse mercado (Kindle, Nook, Sony ereader) é o mesmo? Dá para usar um livro do Nook no Kindle ou é como o iPod que não lê WMA? Enfim, muitas coisas para comparar ainda.

Mas se eu comprar um eu faço um review.

Life Inc em português

October 9, 2009  |  Livros  |  7 Comments

Quando eu li no Twitter do Rushkoff sobre Life Inc em português, eu fiquei feliz. Esse livro, embora eu já o tenha em inglês, possivelmente eu o compraria novamente e até daria para algumas pessoas.

Infelizmente não é o caso. O José Murilo legendou o primeiro vídeo de divulgação do livro que é o capítulo de introdução resumido. É um primeiro passo. De repente alguma editora se empolga e lança aqui no Brasil. Excelente inciativa do José Murilo, que eu não conheço e nem sei se houve algum motivo especial para traduzir o vídeo, mas que fez um ótimo trabalho.

Vale a pena assistir. Se por acaso a legenda em português não aparecer, ela deve aparecer nesse link, ok?

Pearl Jam – Self Pollution Radio [download 320kbps]

October 2, 2009  |  Rotina  |  9 Comments

studio97

Em 8 de janeiro de 1995 o Pearl Jam alugou algumas horas de um satélite e transmitiu uma programação com eles tocando músicas ao vivo, fazendo zona no estúdio, dando uma de DJs e tocando as músicas que gostam e que os influenciaram e chamando alguns amigos do Mudhoney, Nirvana, L7 entre outros para participarem.
Nessa época, eles estavam numa fase em que não faziam clipes, estavam brigando com a Ticketmaster nos EUA. Ou seja, estavam meio que ilhados e tentando fazer a divulgação quase no esquema independente. Não fosse o apoio da sua gravadora.
A história pode não ser exatamente assim mas é bem próxima. Deve ter mais coisa na Wikipedia sobre isso.
Agora imaginem o quanto que os caras não gastaram para fazer isso. Hoje está tudo mais fácil. Poderiam fazer um podcast, um programa na CurrentTV (como o Portishead) ou webcast (como o Radiohead). Bem que eles podiam fazer isso novamente hoje, né? Só tocando músicas do Backspacer.
Enfim, esse post foi apenas para disponiblizar para vocês um CD que eu tenho das músicas que eles tocaram nesse dia. O Setlist está abaixo:

Pearl Jam – Self Pollution/Monkey Wrench radio

Spin the Black Circle
Satan’s Bed
Corduroy
Not for You
Immortality
Last Exit
Blood
Tremor Christ
Porch
Indifference

Depois esse CD ainda tem 4 (ou 5) músicas do Mad Season
Lifeless Dead
I Don’t Know Anything/ Artificial Red
November Hotel
Running With The Devil (cover do Van Halen, imagino)

Os arquivos estão todos em 320 kbps e você pode baixa-los aqui (ou aqui para quem não conseguir no primeiro)

O dilema do falso inovador

September 10, 2009  |  Bizarro, Rotina, Textos Aleatórios, Trabalho  |  7 Comments

View more documents from Daniel Sollero.

Esse é o tema da apresentação acima e que está no Concurso do Slideshare (se der, vota lá). A fiz toda em inglês para tentar atingir mais gente e por saber que os jurados falam inglês. Tanto o roteiro quanto o visual (chamar de arte é demais…) são meus. Não foi difícil. Usei apenas um fundo diferente para os slides e uma fonte que parece feita a mão. A parte chata foi que essa fonte não tem caracteres de pontuação e por isso tive que fazer umas gambiarras para funcionar. O texto que aparece em alguns slides é do dicionário do Mac OSX. Alguns amigos ajudaram nos ajustes para o inglês pois sempre passa alguma coisa.
Essa história é real. Eu realmente passei por essa situação algumas vezes na vida. Parece coisa de realidade alternativa em que alguém pede algo inovador mas quando é apresentado a algo inovador, fica com medo e pergunta se alguém já testou isso antes para ele ter certeza do sucesso.
Desculpe, mas inovador, novo e etc são palavras que remetem a algo inédito e que não foi feito ainda.

Tudo tem um ônus e um bônus. E para o inovador de verdade, o ônus é o risco de dar errado, de perder tempo e dinheiro. Mas mesmo quando se corre riscos, você ganha alguma coisa. Experiência e o aprendizado são coisas que ninguém pode tirar de você.

Já o bônus é dar certo, ser reconhecido como inovador e visionário. Temos vários cases disso no mundo de pessoas que inovaram e romperam com o status quo. Algumas pararam na primeira vez e acreditaram que era uma fórmula. Outros continuaram inovando, correndo riscos e colhendo lucros e prejuízos com essa postura.

O que acontece é que as pessoas querem deixar sua marca nas empresas, no mercado e acreditam que vão conseguir isso sem nenhuma ruptura. Essa ruptura as vezes vem de maneiras simples porém diferentes, pode ser uma maneira atípica de resolver um problema, pode ser inventando um novo produto ou serviço, mecânica de promoção e etc. Mas pensar novas soluções e executá-las dá trabalho. Como o Derek Silvers disse num post:

Idéias são apenas um multiplicador da execução

Ou seja, uma grande idéia, sem execução não é nada. Então ficar apenas pensando e não executar também é perda de tempo e recursos.

Eu entendo que não são todos que têm esse perfil de inovador. Eu entendo o medo de arriscar. Na real, esse post (e a apresentação acima) foi mais um desabafo.

Cirque du Freak: The Vampire’s Assistant – Trailer

August 20, 2009  |  Filmes  |  6 Comments

Não é possível. MAIS UM filme de vampiros? Isso com certeza terá impacto na cultura pop no futuro assim como Star Wars/Star Trek, Matrix e, atualmente, Harry Potter.
De qualquer maneira, parece ser divertido. Devo assistir.